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Bianca Castro · Psicóloga · CRP 04/75001 Falar no WhatsApp

Mater · Psicologia Perinatal

A FIV cuida da biologia. E de tudo o que você sente entre uma etapa e outra?

Estímulo, coleta, transferência, betaespera. Cada fase carrega esperança e medo na mesma dose. Existe um lugar para colocar esse peso enquanto você atravessa o tratamento.

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Talvez você reconheça isto

A sua vida virou um calendário de medicação, exames e datas. O corpo está medicalizado, e a cabeça não desliga um minuto.

A betaespera é a pior parte. Você mede cada sintoma, evita se animar para não se machucar, e ao mesmo tempo não consegue pensar em outra coisa.

Depois de tanto investimento, financeiro e emocional, o medo de um resultado negativo parece grande demais para caber em você.

A carga emocional do tratamento é real

O que está acontecendo

A reprodução assistida cobra do corpo, do bolso e das emoções ao mesmo tempo. Cada ciclo mobiliza uma esperança enorme e, quando não dá certo, uma perda igualmente grande.

Esse desgaste tem nome e é esperado. Cuidar dele não atrapalha o tratamento, ajuda você a atravessá-lo com menos sofrimento e a tomar decisões difíceis com mais clareza.

Você não precisa ser forte sozinha o tratamento inteiro

Segurar tudo por dentro não deixa a FIV dar mais certo. Só deixa você mais sozinha no processo.

O acompanhamento caminha ao seu lado em cada etapa, para que a espera e o medo não consumam o que você é fora do tratamento.

Como o acompanhamento ajuda

  1. Manejar a ansiedade das etapas e da betaespera, com ferramentas práticas.

  2. Dar lugar ao luto das tentativas que não deram certo, sem ter que engolir e seguir.

  3. Apoiar as decisões difíceis do tratamento, no seu tempo e com o parceiro.

  4. Cuidar da relação do casal, que também sente o peso de cada ciclo.

Você não precisa atravessar o tratamento sozinha

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