Mater · Psicologia Perinatal
Foi cedo para o mundo. Não foi cedo para o seu coração
Um aborto espontâneo pode ser vivido como uma perda enorme, mesmo quando dizem que foi só o começo. A sua dor não precisa de permissão para existir.
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- Sigilo absoluto
- Sem julgamento
- CRP 04/75001
Talvez você reconheça isto
Desde o positivo, você já amava, já imaginava, já dava nome. A perda levou tudo isso, mesmo que para os outros tenha sido só umas semanas.
Vem a culpa, a pergunta se você fez algo errado, e a solidão de sentir que ninguém entende o tamanho do que você perdeu.
A sua perda é válida
O que está acontecendo
O luto por aborto espontâneo é real, independentemente da idade gestacional. Ele costuma ser minimizado por quem está de fora, o que só aprofunda a solidão de quem perdeu.
A culpa é uma companheira frequente desse luto, e quase sempre injusta. Um aborto espontâneo raramente tem a ver com algo que você fez ou deixou de fazer.
Você tem direito de sentir e de nomear essa perda
Não existe perda pequena quando havia amor e expectativa. Você não precisa diminuir a sua dor para deixar os outros confortáveis.
O acompanhamento oferece um espaço onde o seu luto é levado a sério, e onde a culpa pode ser trabalhada e aliviada.
Como o acompanhamento ajuda
Acolher a sua dor sem que ninguém a minimize.
Trabalhar a culpa e as perguntas que ficam sem resposta.
Dar lugar ao luto no seu tempo, sem cobrança de superação.
Cuidar de você antes de pensar em qualquer nova tentativa.
Quem vai te atender
Bianca Castro é psicóloga, CRP 04/75001, com abordagem em Terapia Cognitivo-Comportamental e escuta humanizada, dedicada à saúde mental materna. Já acompanhou mais de 200 mães em atendimento online.
Bianca Castro · Psicóloga · CRP 04/75001